segunda-feira, 19 de maio de 2014

MEMÓRIAS E VIVÊNCIAS NOS CAMINHOS DA GESTÃO ESCOLAR


     HOJE VENHO TRATAR DAS MINHAS VIVÊNCIAS ENQUANTO PROFESSORA PARTICIPANDO DO PROGRESSO DA MINHA UNIDADE ESCOLAR, BASEADO NUMA GESTÃO DEMOCRÁTICA.
     AO REFLETIR SOBRE A MINHA PRÁTICA, ESPERO CONTRIBUIR TAMBÉM PARA AS AÇÕES   DOS MEUS COLEGAS DE TRABALHO. 
     DE ACORDO COM NOSSO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO, A PRESENÇA DA COMUNIDADE DENTRO DA ESCOLA, NOS APROXIMA MUITO DA REALIDADE SOCIAL A QUAL ESTAMOS ENVOLVIDOS. BUSCAMOS INTEGRAR OS PAIS, PROFESSORES, ALUNOS E EQUIPE GESTORA EM  NOSSAS REUNIÕES DE CONSELHO DE ESCOLA PARA QUE TODOS POSSAM PARTICIPAR  NESTE MOMENTO DAS DECISÕES A SEREM TOMADAS PELA ESCOLA, ALÉM DE  DISCUTIRMOS A RESPEITO DE TODOS OS ASPECTOS DO COTIDIANO ESCOLAR.
CONSELHO ESCOLAR: PARTICIPAÇÃO E APRENDIZADO 
É IMPORTANTE QUE AS CRÍTICAS SEJAM CONSTRUTIVAS E QUE CONTRIBUAM PARA O CRESCIMENTO DE NOSSAS IDÉIAS E PROJETOS DENTRO DA ESCOLA. A PARTE MAIS DELICADA DE SE TRATAR É A FINANCEIRA, POIS  MESMO FAZENDO PARTE DO PROCESSO, AS PESSOAS SEMPRE ACREDITAM QUE ALGO ESTÁ ERRADO, QUANDO NA VERDADE DEPENDEMOS DE VERBAS OU ATIVIDADES REALIZADAS NA ESCOLA  PARA ESTA FINALIDADE MONETÁRIA.

POSTEI NOVAMENTE O VÍDEO FEITO PELA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO QUE MOSTRA MEU DEPOIMENTO JUNTO COM A DIRETORA DA ESCOLA A RESPEITO DOS NOSSOS RESULTADOS. TEMOS EXCELENTES RETORNOS POR CONTA DA GESTÃO SER DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA. 
ESTAMOS TODOS UNIDOS EM PROL DE NOSSAS CRIANÇAS!
NA ESCOLA, MUITAS VEZES ME TORNO CRIANÇA PARA ME APROXIMAR, ENTENDER E INTERAGIR COM MEUS ALUNOS.



Escola com excelente desempenho no Idesp aposta em reforço escolar

terça-feira, 8 de abril de 2014

domingo, 6 de abril de 2014

Dica de Brincadeira em grupo - Atividade Inclusiva parte 2

 
 ElastaBlast é uma corda elástica coberto com pano. Uma dica de atividade inclusiva, que convida as crianças para jogar cooperativamente com uma grande variedade de atividades e músicas.
 Benefícios do Elasta Blast

  • Envolve crianças no aprendizado ativo através de uma atividade cooperativa
  • Aumenta a concentração e atenção para a aprendizagem através do movimento
  • Funciona em todas as áreas de desenvolvimento: social, emocional, motor,  linguagem e cognitivo
  • Promove  habilidades sociais e troca de turno
  • Motiva as crianças de todas as idades e habilidades
  • Fornece informações sensoriais para as articulações e músculos
  • Além disso, oferece às famílias oportunidades de interação divertida

Como e por que as características infantis podem ser mal interpretadas


“Ele é pirracento”.
“Ela sente medo de tudo”.
“Ele se isola”.
"Ele tem nojo de creme,tomar banho,lavar o cabelo,cortar as unhas, massinha,tinta,areia,grama e alguns alimentos."
“Ele é preguiçoso”.
“Ela é mimada”

Essas frases são utilizadas constantemente para descrever crianças.No entanto,elas não exprimem a verdade e são prejudiciais ao desenvolvimento da personalidade de uma criança pequena.Uma resposta seria talvez crianças com desenvolvimento mais lento ou outra possibilidade inadequações físicas e problemas sensoriais relacionados dos quais os pais não tivessem consciência.

Esses problemas,em geral,se manifestam no primeiro ano de vida da criança,e seus sinais podem ser mal interpretados.O bebê que está sempre chorando pode não estar com cólica,mas pode precisar de menos estímulo em seu ambiente para se sentir calmo.

O bebê de quatro ou cinco meses não se vira de um lado para outro não é preguiçoso,isso pode ser indício de que ele sente medo se mover.O isolamento da criança que não consegue brincar no parquinho(escorregador,balanço)pode ser uma insegurança gravitacional,crianças que não gostam de determinados alimentos por causa da textura e são muito seletivas para comer ou evitam contato físico,não é "mimada" pode ser uma hipersensibilidade oral ou tátil.

De fato,nem todos os bebês e crianças conseguem alcançar as etapas físicas sem um estímulo adicional,que ás vezes,pode ser sob forma intervenção profissional.(Terapeuta Ocupacional especialista Integração Sensorial).
As crianças de quem falo são saudáveis,mas podem ter algum atraso no desenvolvimento que seja difícil de ser diagnosticado de início.As limitações sutis ou pequenos atrasos no desenvolvimento podem tornar atrasos cada vez maiores que com o tempo se manifestarão em outras dificuldades como:
- aprendizagem
-problemas emocionais,
-comportamentais ou sociais.

Atenção Compartilhada e Identificação Precoce do Autismo

   COMO ESTIMULAR A ATENÇÃO COMPARTILHADA
                                                               Patrícia Reis Ferreira
O bebê com desenvolvimento típico, ao se relacionar com sua mãe, estabelece muitas interações face a face. Nestes momentos, a criança emite vários sons e expressões faciais, sendo comum parecer que ela está realmente dialogando com sua mãe. Paulatinamente, essas interações vão amadurecendo, e aos poucos, passam a incluir eventos e objetos do interesse da criança. Quando a criança olha para a mãe e mostra um brinquedo enquanto vocaliza e a mãe olha para aquele objeto pegando-o para brincar com a criança, está havendo alternância entre o olhar da mãe, o da criança e o objeto em questão. Elas estão compartilhando a atenção.
Sabe-se que crianças com autismo apresentam dificuldades nesse compartilhamento do foco da atenção, no entanto, essa habilidade é imprescindível para um bom desenvolvimento da comunicação, sendo considerada como precursora do desenvolvimento da linguagem. Abaixo, estão algumas dicas para estimular a atenção compartilhada:
  • Estimule o contato ocular, muitos estudiosos observaram, que esse é o primeiro passo para se compartilhar a atenção;
  • Interações face a face são muito produtivas, só assim seu filho poderá perceber para onde sua atenção está direcionada;
  • Sempre que sua criança balbuciar, vocalizar ou falar algo, contextualize dando significado aos sons que ela produzir;
  • Sempre que ela fixar a atenção em um objeto, demonstre seu interesse, comentando sobre aquele objeto ou utilizando o mesmo;
  • Chame a criança pelo nome, e aponte para objetos de seu interesse, fazendo com que ela os perceba;
  • Faça brincadeiras que alternem a vez entre o adulto e a criança, como mandar uma bola ou carrinho de um para o outro;
  • Estimule a criança a apontar para um objeto altamente preferido para ter acesso ao mesmo.

20 dúvidas mais importantes sobre a inclusão.

As soluções para os dilemas que o gestor enfrenta ao receber alunos com deficiência


Foi a favor da diversidade e pensando no direito de todos de aprender que a Lei nº 7.853 (que obriga todas as escolas a aceitar matrículas de alunos com deficiência e transforma em crime a recusa a esse direito) foi aprovada em 1989 e regulamentada em 1999. Graças a isso, o número de crianças e jovens com deficiência nas salas de aula regulares não para de crescer: em 2001, eram 81 mil; em 2002, 110 mil; e 2009, mais de 386 mil – aí incluídas as deficiências, o Transtorno Global do Desenvolvimento e as altas habilidades.

Hoje, boa parte das escolas tem estudantes assim. Mas você tem certeza de que oferece um atendimento adequado e promove o desenvolvimento deles? Muitos gestores ainda não sabem como atender às demandas específicas e, apesar de acolher essas crianças e jovens, ainda têm dúvidas em relação à eficácia da inclusão, ao trabalho de convencimento dos pais (de alunos com e sem deficiência) e da equipe, à adaptação do espaço e dos materiais pedagógicos e aos procedimentos administrativos necessários.

Para quebrar antigos paradigmas e incluir de verdade, todo diretor tem um papel central. Afinal, é da gestão escolar que partem as decisões sobre a formação dos professores, as mudanças estruturais e as relações com os familiares.Você encontra respostas para as 20 dúvidas mais importantes sobre a inclusão.
1. Como ter certeza de que um aluno com deficiência está apto a frequentar a escola?
Aos olhos da lei, essa questão não existe – todos têm esse direito. Só em alguns casos é necessária uma autorização dos profissionais de saúde que atendem essa criança. É dever do estado oferecer ainda uma pessoa para ajudar a cuidar desse aluno e todos os equipamentos específicos necessários.Cabe ao gestor oferecer as condições adequadas conforme a realidade de sua escola.

2. As turmas que têm alunos com deficiência devem ser menores?
Sim, pois grupos pequenos (com ou sem alunos de inclusão) favorecem a aprendizagem. Em classes numerosas, os professores encontram mais dificuldade para flexibilizar as atividades e perceber as necessidades e habilidades de cada um.

3. Quantos alunos com deficiência podem ser colocados na mesma sala?
Não há uma regra em relação a isso, mas em geral existem dois ou, em alguns casos, três por sala. Vale lembrar que a proporção de pessoas com deficiência é de 8 a 10% do total da população.

4. Para tornar a escola inclusiva, o que compete às diversas esferas de governo?
O governo federal presta assistência técnica e financeira aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para o acesso dos alunos e a formação de professores, secretária de Educação Especial do Ministério da Educação (MEC). Os gestores estaduais e municipais organizam sistemas de ensino voltados à diversidade, firmam e fiscalizam parcerias com instituições especializadas e administram os recursos que vêm do governo federal.

5. Quem tem deficiência aprende mesmo?
Sem dúvidaSempre há avanços, seja qual for a deficiência. Surdos e cegos, por exemplo, podem desenvolver a linguagem e o pensamento conceitual. Crianças com deficiência mental podem ter mais dificuldade para se alfabetizar, mas adquirem a postura de estudante, conhecendo e incorporando regras sociais e desenvolvendo habilidades como a oralidade e o reconhecimento de sinais gráficos.É importante entender que a escola não deve, necessariamente, determinar o que e quando esse aluno vai aprender. Nesses casos, o gestor precisa rever a relação entre currículo, tempo e espaço.

6. Ao promover a inclusão, é preciso rever o projeto político pedagógico (PPP) e o currículo da escola?
Sim. O PPP deve contemplar o atendimento à diversidade e o aparato que a equipe terá para atender e ensinar a todos. Já o currículo deve prever a flexibilização das atividades (com mais recursos visuais, sonoros e táteis) para contemplar as diversas necessidades.

7. Em que turma o aluno com deficiência deve ser matriculado?
Junto com as crianças da mesma idade.As deficiências física, visual e auditiva não costumam representar um problema, pois em geral permitem que o estudante acompanhe o ritmo da turma. Já os que têm deficiência intelectual exigem que o gestor consulte profissionais especializados ao tomar essa decisão. Um aluno com atraso desenvolvimento cognitivo(intelectual), por exemplo, pode se beneficiar ficando com um grupo de idade inferior à dele (no máximo, três anos de diferença). Mas essa decisão tem de ser tomada caso a caso.

8. Alunos com deficiência atrapalham a qualidade de ensino em uma turma?
Não, ao contrário. Hoje, sabe-se que todos aprendem de forma diferente e que uma atenção individual do professor a determinado estudante não prejudica o grupo. Daí a necessidade de atender às necessidades de todos, contemplar as diversas habilidades e não valorizar a homogeneidade e a competição.

9. Como os alunos de inclusão devem ser avaliados?
De acordo com os próprios avanços e nunca mediante critérios comparativos.Os professores devem receber formação para observar e considerar o desenvolvimento individual, mesmo que ele fuja dos critérios previstos para o resto do grupo. Quando o estudante acompanha o ritmo da turma, basta fazer as adaptações, como uma prova em braile para os cegos.

10. A nota da escola nas avaliações externas cai quando ela tem estudantes com deficiência?
Em princípio, não. Porém há certa polêmica em relação aos casos de deficiência intelectual. O MEC afirma que não há impacto significativo na nota. Já os especialistas dizem o contrário.O ideal seria ter provas adaptadas dentro da escola ou, ao menos, uma monitoria para que os alunos pudessem realizá-las. Tudo isso, é claro, com a devida regulamentação governamental. Enquanto isso não acontece, cabe aos gestores debater essas questões com a equipe e levá-las à Secretaria de Educação.

11. É possível solicitar o apoio de pessoal especializado?
Mais do que possível, é necessário. O aluno tem direito à Educação regular em seu turno e ao atendimento especializado, responsabilidade que não compete ao professor de sala. Para tanto, o gestor pode buscar informações na Secretaria de Educação Especial,profissionais especializados e em organizações não governamentais, associações e universidades

12. Como integrar o trabalho do professor ao do especialista?
Disponibilizando tempo e espaço para que eles se encontrem e compartilhem informações. Essa integração é fundamental para o processo de inclusão e cabe ao diretor e ao coordenador pedagógico garantir que ela ocorra nos horários de trabalho pedagógico coletivo.

13. Como lidar com as inseguranças dos professores?
Promovendo encontros de formação e discussões em que sejam apresentadas as novas concepções sobre a inclusão (que falam, sobretudo, das possibilidades de aprendizagem). O contato com teorias e práticas pedagógicas transforma o posicionamento do professor em relação à Educação inclusiva. Nesses encontros, não devem ser discutidas apenas características das deficiências. Apostamos pouco na capacidade desses alunos porque gastamos muito tempo tentando entender o que eles têm, em vez de conhecer as experiências pelas quais já passaram.

14. Como preparar os funcionários para lidar com a inclusão?
Formação na própria escola é a solução, em encontros que permitam que eles exponham dificuldades e tirem dúvidas. Esse diálogo é uma maneira de mudar a forma de ver a questão: em vez de atender essas crianças por boa vontade, é importante mostrar que essa demanda exige a dedicação de todos os profissionais da escola.É possível também oferecer uma orientação individual e ficar atento às ofertas de formação das Secretarias de Educação.

15. Como trabalhar com os alunos a chegada de colegas de inclusão?
Em casos de deficiências mais complexas, é recomendável orientar professores e funcionários a conversar com as turmas sobre as mudanças que estão por vir, como a colocação de uma carteira adaptada na classe ou a presença de um intérprete durante as aulas. Quando a inclusão está incorporada ao dia a dia da escola, esses procedimentos se tornam menos necessários.

16. O que fazer quando o aluno com deficiência é agressivo?
A equipe gestora deve investigar a origem do problema junto aos professores e aos profissionais que acompanham esse estudante.Pode ser que o planejamento não esteja contemplando a participação dele nas atividades. Nesse caso, cabe ao gestor rever com a equipe a proposta de inclusão. Se a questão envolve reclamações de pais de alunos que tenham sido vítimas de agressão, o ideal é convidar as famílias para uma conversa.

17. O que fazer quando a criança com deficiência é alvo de bullying?
É preciso elaborar um projeto institucional para envolver os alunos e a comunidade e reforçar o trabalho de formação de valores.

18. Os pais precisam ser avisados que há um aluno com deficiência na mesma turma de seu filho?
Não necessariamente. O importante é contar às famílias, no ato da matrícula. A exceção são os alunos com quadro mais severo – nesses casos, a inclusão dá mais resultado se as famílias são informadas em encontros com professores e gestores.Isso porque as crianças passam a levar informações para casa, como a de que o colega usa fralda ou baba. E, em vez de se alarmar, os pais poderão dialogar.

19. Como lidar com a resistência dos pais de alunos sem deficiência?
O argumento mais forte é o da lei, que prevê a matrícula de alunos com deficiência em escolas regulares. Outro caminho é apresentar a nova concepção educacional que fundamenta e explica a inclusão como um processo de mão dupla, em que todos, com deficiência ou não, aprendem pela interação e diversidade.

20. Uma criança com deficiência mora na vizinhança, mas não vai à escola. O que fazer?
Alertar a família de que a matrícula é obrigatória. Ainda há preconceito, vergonha e insegurança por parte dos pais. Quebrar resistências exige mostrar os benefícios que a criança terá e que ela será bem cuidada. Os períodos de adaptação, em que os pais ficam na escola nos primeiros dias, também ajudam. Se houver recusa em fazer a matrícula, é preciso avisar o Conselho Tutelar e, em último caso, o Ministério Público.

terça-feira, 1 de abril de 2014


Delineando uma Proposta de Intervenção
Jogando com a inclusão, pensando na criança como parte da comunidade escolar.

Objetivos:
*     Utilizar jogos não como instrumentos recreativos na aprendizagem, mas como facilitadores colaborando para trabalhar os bloqueios que os alunos possam apresentar.
*     Propor regras e situações que promovam a integração de todos os alunos, visando o respeito às diversidades.

Participantes:
     Alunos de 1º ao 3º ano, professores e agentes de organização escolar.
1ª Etapa: Roda de conversa, verificar os conhecimentos prévios dos alunos em relação à Educação Inclusiva.
2ª Etapa: Organizar grupos no 3º ano para selecionar brinquedos, de acordo com a necessidade de cada criança que participa do intervalo.
3ª Etapa: Reunir as crianças, incentivando principalmente aquelas com necessidades Educacionais Especiais a jogar durante o recreio em pequenos grupos.
Duração:
Três aulas para estudo e verificação das crianças e vinte minutos diários aproximadamente.
Material:


*     Dominó das cores
*     Quebra cabeça do corpo humano
*     Tirinhas com histórias não verbais
*     Fantoches
*     Letras móveis, informática, entre outros.

Avaliação:
Será contínua do processo e do produto. Deverá ser observado se foram desenvolvidas habilidades, mobilidade, socialização e conceitos como cores/ formas/ tamanhos/ posição/ grosso/fino, entre outros.

Outras Considerações:

Para PIAGET (1976, p. 160) a atividade lúdica é a terra natal indispensável das atividades intelectuais das crianças. Estas não são somente uma forma de alívio ou brincadeira para consumir energia delas, mas elementos que colaboram e enriquecem o desenvolvimento intelectual.

sábado, 29 de março de 2014

QUANDO EU QUERO, EU POSSO!
 ROTEIRO DE PASSEIOS COM ACESSIBILIDADE.
Você é morador de São Paulo? Quer conhecer roteiros culturais divertidos e acessíveis? Acesse acessibilidadecultural.com.br e tenha acesso ao guia elaborado pelo Instituto Mara Gabrilli com avaliação de 315 equipamentos culturais da capital paulista.
Convide alguém e descubra uma São Paulo mais inclusiva!
https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/t1.0-9/1527039_647555595294351_1049102412_n.jpg

Escola com excelente desempenho no Idesp aposta em reforço escolar (+pla...

terça-feira, 25 de março de 2014

http://edutec.unesp.br/moodle/user/view.php?id=3195&course=1
  GOSTEI TAMBÉM DA POSTAGEM DA  COLEGA DE CURSO ALINE SOARES, PELO QUE PERCEBI, TIVEMOS A MESMA IMPRESSÃO AO VISUALIZAR O BLOG DA  DIRETORIA DE ENSINO DE ARARAQUARA. PRECISAMOS TRATAR E EDUCAÇÃO INCLUSIVA COM FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA LEI.
http://construindonasalamultiespecial.blogspot.com.br/2013/09/formas-ludicas-e-sugestoes-de-jogos.html

     MUITO BACANA ESTE BLOG, MOSTRA SUGESTÕES DE ATIVIDADES BEM PERTINENTES À NOSSA PRÁTICA EM SALA DE AULA  E NOS AUXILIA NO DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

sexta-feira, 21 de março de 2014

Transtorno global do desenvolvimento (TGD) ou Distúrbio Abrangente do Desenvolvimento (PDD, em inglês) é uma categoria que engloba cinco transtornos caracterizados por atraso simultâneo no desenvolvimento de funções básicas, incluindo socialização e comunicação. Os transtornos globais do desenvolvimento são:1
Os pais podem perceber os sintomas de PDD desde a primeira infância, ocorrendo as primeiras manifestações tipicamente antes dos três anos. Em geral, o PDD por si só não afeta a expectativa de vida.

Sinais e sintomas

Os sintomas dos PDD podem incluir problemas de comunicação, como:
  • Dificuldade no uso e compreensão da linguagem;
  • Dificuldade em se relacionar com pessoas, objetos e eventos;
  • Brincadeiras não-usuais com brinquedos e outros objetos;
  • Dificuldade com mudanças de rotina ou do ambiente familiar;
  • Padrões repetitivos de movimentos corporais ou comportamentos.
http://www.4shared.com/file/I_nkxQTD/Transtornos_Invasivos_do_Desen.html
Transtornos Invasivos do Desenvolvimento – 3º Milênio – Walter Camargos Junior
Baixe aqui zip/pdf – 6,61mb

http://pt.scribd.com/doc/33332487/Orientacoes-Sobre-a-Incluaao-do-Aluno-com-Transtornos-Globais-do-Desenvolvimento-14-de-Junho-de-2010


LISTA DE LIVROS SOBRE AUTISMO PARA BAIXAR

Marina da Silveira Rodrigues Almeida
Sócia-Proprietária do Instituto Inclusão Brasil. Consultora em Educação
Psicóloga Clínica e Educacional , Pedagoga Especialista e Psicopedagoga
Instituto Inclusão Brasil 

quinta-feira, 20 de março de 2014

SUGESTÃO DE BLOG QUE POSSAM AUXILIAR EM PESQUISAS REFERENTES AO TEMA ABORDADO AQUI.
     GOSTEI DELE PELO FATO DO EMBASAMENTO LEGAL APRESENTADO, POIS   APOIADOS NA LEI,  PODEREMOS TRABALHAR MELHOR E COM MAIS SEGURANÇA.





quarta-feira, 19 de março de 2014